Offices

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Por uma coincidência louca, só assisti agora ao Office space (no cérebro fértil do tradutor brasileiro, Como enlouquecer seu chefe). E exatamente em meio aos episódios da terceira temporada do The office, vejam só que coisa. A comparação entre os offices é bastante cruel.

O filme de Mike Judge pode até ter disparado alguma faísca em 1999 com uma charge (sob um verniz engraçadinho de sitcom, claro) para a rotina de um escritório. É um ambiente de trabalho bem típico – entediante, ultrapassado, emburrecedor e tudo mais -, e por isso a comédia acaba provocando mais aflição que risos. Mas parece um rascunho para The office – e nem estamos falando da versão inglesa da série, já que aí seria covardia.

Se Judge carrega num sentimentalismo meio bocó, o seriado vai mais fundo tanto no lado amargo da sátira (a empresa está sempre prestes a afundar e levar todos os funcionários pro esgoto com ela) e também no mais humano (relações de amizade são criadas até mesmo com o pior chefe do mundo). É mais um entre tantos casos em que a tevê dá aula pro cinema.

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