‘A Little God in My Hands’, Swans

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“I don’t set out to be profound, but I wannna be inside this experience. You Europeans seem to have an intellectual bent towards analysing the experience before you experience it. Whereas in America – and it’s hard to generalise; we have some astute intellectuals as well – I think we kind of throw ourselves into it then figure the shit out later. That’s what I do, anyway” (Michael Gira em entrevista a Tom Fleming, do Wild Beasts, na NME)

6 comentários em “‘A Little God in My Hands’, Swans

    Gian disse:
    março 27, 2014 às 7:23 pm

    Tiago,

    gostaria de perguntar algo, se puder me responder. Bem, já não são mais os tempos da indústria musical de antigamente, como sabemos. Mas tenho curiosidade de ouvir Zaireeka. Já foi um desafio para você conseguir a experiência completa anos atrás, como relata em um outro post, quem dirá hoje. Gostaria de saber: sabe me dizer se os arquivos mp3 (sim, com este disco é um pecado fazer isso, mas azar) reúnem as quatro sonoridades sincronizadas? Agradeço desde já.

    Tiago Superoito respondido:
    março 28, 2014 às 12:50 am

    Puts, Gian, nunca procurei o disco em mp3. Talvez ele exista em quatro CDs separados. Não sei se há uma versão completa, mas acho que seria interessante ouvi-la. Lembro que, separadamente, os CDs soam como discos de free-jazz. Não fazem muito sentido, apesar de alguns momentos em que as faixas ficam mais claras num disco e não em outro.

      Gian disse:
      março 28, 2014 às 2:12 am

      Bem, Tiago, baixei algumas versões diferentes e vêm apenas as oito músicas do tracklist, ao que parece, já sincronizadas, quando ouvir comento melhor!

    Gian disse:
    março 28, 2014 às 9:55 pm

    Tiago,

    por incrível que pareça, cada um dos Zaireekas que baixei veio diferente. O primeiro era apenas o quarto disco. Bem free jazz mesmo, como disseste (e mais melodioso que o Embryonic também). O segundo era perfeitamente sincronizado, quase disfarçava a verdadeira natureza do disco. O terceiro parece desincronizado em alguns milissegundos, criando um efeito bonito semelhante ao de Lucy in the Sky with Diamonds. Ainda não sei se fico com o segundo ou o terceiro, mas sei que adorei o disco. É uma pena que sua experimentação radical tenha ofuscado sua verdadeira qualidade. Me parece um herdeiro digno das psicodelias radicais do primeiro disco do Pink Floyd.

    Gian disse:
    março 28, 2014 às 9:57 pm

    Aliás, pesquisando um pouco sobre ele, descobri que os Lips relutaram um pouco em lançar um mix sincronizado. Compreensível, já que o disco traz implícito um sentimento de solidariedade necessário para ouví-lo na íntegra. Inclusive lançaram junto um quinto (!) cd para acompanhar.

      Tiago Superoito respondido:
      março 29, 2014 às 1:04 am

      Bem compreensível mesmo. O “Zaireeka” foi uma experiência que culminou em “Soft Bulletin”, esse sim o “disco sincronizado”. Não faz sentido sincronizar o “Zaireeka” porque ele foi criado para provocar esse sentimento de “ouvir junto” que você percebeu.

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