Tenho medo de blockbusters

2 ou 3 parágrafos | Transformers 2

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Faça o seguinte: leia o post que escrevi há três dias (sei que é longo e enfadonho, mas você entende que não há vitória sem sacrifício, entende?), e substitua O exterminador do futuro: a salvação por Transformers 2: a vingança dos derrotados (4/10). Sei que é preguiça e isto é uma vergonha. Sei também que você não deu a menor bola para o maldito post. Mas ando trabalhando feito um cão, os tempos são difíceis, tenho um monte de obrigações domésticas e, no fim das contas, não vai mesmo fazer muita diferença.

Mas, antes, deixe-me completar este parágrafo que (não faria tanta) falta. Transformers 2 é até bem honesto naquilo que vende ao público: uma superprodução em estado bruto, assumidamente idiota e inflada (2h30!), que pode ser interpretada como um documentário psicodélico sobre um cineasta obcecado pela ideia de explodir o mundo em zilhões de pixels. Michael Bay continua mais fascinado pelos robôs que pelos humanos, mas pelo menos admite a preferência sem culpas (o filme é narrado por uma máquina, vejam aí). Os fãs do original vão pirar. Já eu continuo achando tudo isso meio doentio.

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