Autodepreciação

A minha vaidade

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Se eu fosse diretor de cinema, seria um sub-Spielberg. Ou um sub-Fernando Meirelles. Por causa dessa minha mania tola de tentar agradar a todo mundo. No meu caso, pra receber elogios. E quer saber?, tanto faz, até os elogios falsos acabariam valendo. Tudo para que eu pudesse dormir feliz comigo mesmo.

Daí que eu enjoaria dos meus próprios filmes. Abandonaria as minhas próprias sessões. Sabotaria as retrospectivas da minha obra. E diria às pessoas na fila: “não, não entre nesta sala não, é um filmezinho sentimental dos diabos.”