Thursday | The Weeknd

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Thursday, a segunda mixtape do The Weeknd, é uma continuação de House of balloons, lançada há cinco meses. Mas não uma sequência direta, linear. O que o álbum novo faz é cavar um porão que nos leva ao subsolo daquele outro disco — e, principalmente, a uma camada subterrânea onde germinam as sementes sinistras da faixa mais elogiada que eles lançaram até aqui, Wicked games.

Essa não é, se você quer mesmo saber, a minha música preferida naquele álbum. Mas ela passou a representar, para todos os efeitos, a sonoridade que o Weeknd ia tateando ali: uma versão beira-de-abismo, degenerada, para o R&B comercial. Os lugares-comuns do gênero (a sensualidade forçada, o romantismo canalha, a macheza quase grotesca) eram distorcidos até soar, a um só tempo, monstruosos e plausíveis — como num bom thriller psicológico.

No post sobre House of balloons, escrevi sobre o viés do disco que mais me impressiona: ele soa como uma ótima narrativa de ficção. O canadense Abel Tesfaye (com os produtores Doc McKinney e Illangelo) criou um personagem noturno e autodestrutivo que poderia ser encontrado num livro de Bret Easton Ellis, por exemplo, ou de um Chuck Palahniuk.

O tipo era encenado com tanta convicção que, para o bem das licenças poéticas, teve que permanecer oculto: Abel ainda se recusa a dar entrevistas, e faz poucos shows. Talvez por entender que as mentiras do Weeknd nos atraem porque permitem que a nossa imaginação participe da composição da narrativa — mais ou menos como fazemos ao ler um bom romance.

Em Thursday, esse herói dark retorna para uma aventura nova. Mas, ao contrário de House of balloons, que alternava momentos de euforia e de crises quase suicidas (e o melhor exemplo dessa bipolaridade é a faixa de duas faces The party & the after party), desta vez encontramos o personagem num estado de quase paralisia. E numa madrugada ainda mais congelante.

Em Wicked games, que explica quase tudo sobre esta mixtape nova, Abel resumia as noitadas do The Weeknd com um “diga que me ama, mas só por esta noite” (e, antes disso, “traga as drogas, baby, que eu trarei minha dor”). Thursday alarga essa sensação de experiências vazias, relacionamentos apáticos e amores que só têm serventia até o momento em que a dor passa.

O discurso hedonista do The Weeknd pode ser interpretado como o reflexo de uma estética musical publicitária e juvenil (que eles consomem e vomitam em seleções de MP3 for-free) ou como uma reação, um comentário sobre os artifícios do pop. Não se sabe, e Abel não faz questão de explicar. O que ele faz é forçar fissuras do formato de um típico hit de R&B. Não há futuro possível para os personagens de faixas como The birds, pt 1. “Nunca se apaixone por um sujeito como eu”, ele canta. E sem o entusiasmo: a ideia de liberdade, aqui, não resolve muita coisa.

Mas, voltando a Wicked games, Thursday soa como um longo prolongamento daquela música (às vezes longo demais). Cá estão as guitarras de goth rock, os versos depressivos, o fumacê sonoro que nos remete a um disco como Mezzanine, do Massive Attack, e os gemidos cada vez mais agudos, dilacerados mesmo, de Abel. Algumas músicas não terminam nunca — é um disco longo, agonizante, e soa assim porque é a forma como esta história deve ser contada.

Em comparação a House of balloons, no entanto, Thursday soa como um apêndice — uma cena que expande outra cena, uma espécie de extra de DVD. Tudo o que aparece aqui já estava lá, só que é saturado numa textura granulada, desfocada por efeitos de dub e por guitarras que explodem e depois vão apodrecendo lentamente.

Também em comparação ao outro disco, este me parece um tanto mais apressado, como se tivesse sido escrito numa madrugada (enquanto que o outro parece elaborado com mais paciência). Os versos ruminam cenas redundantes e, com um pouco de boa vontade do ouvinte, podem sugerir uma narrativa circular, uma ressaca dentro de uma ressaca dentro de uma ressaca. “Não quero morrer esta noite, baby”, diz Abel, na modorrenta The zone (com participação de Drake).

Se não é dos capítulos mais poderosos, Thursday entrega um personagem agora completo: o herói decadente de House of balloons caminha pela cidade como um pária de graphic novel. Que nos seduz e enoja — e nos obriga a esperar pelos próximos capítulos com curiosidade, mesmo que mórbida.

Segunda mixtape do The Weeknd. Nove faixas, com produção de Doc McKinney e Illangelo. Faça o download aqui. 76

35 comentários em “Thursday | The Weeknd

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 1:51 am

    Essa sequência de um dos melhores discos do ano é simplesmente deliciosa.Como você, Tiago, estou ansioso pelo próximo capitulo.
    Não tenho dúvida de que o desfecho dessa trilogia será fantástica.
    Fica tranquilo, Tiago.

    Diego Maia disse:
    agosto 26, 2011 às 1:03 pm

    “O personagem num estado de quase paralisia” – acho que é por isso que ela soa tão redundante e óbvia pra mim. Se a terceira mixtape fechar a sequência (e, digamos, o protagonista morrer no final), essa Thursday vai passar como o miolo desinteressante de um filme.

    No mais, não entendi o “publicitário” ali, parece você citando o @notaspradiscos, haha.

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 1:20 pm

    Adalberto, só espero que o desfecho não me obrigue a rasgar as páginas que escrevi sobre o disco, haha. Tudo pode acontecer.

    Opa, Diegão, beleza? Tudo bem? Então: acho que ele não foi o único a encontrar uma superficialidade meio publicitária no Weeknd. Na verdade, fui atrás de textos de pessoas que não gostam da banda e, claro, não dá pra ignorar os dele (você me indicou o blog, aliás). Minha vontade era listar vários argumentos contrários ao Weeknd e opinar sobre eles, porque acho interessante conhecê-los e tentar entendê-los. No mais, isto é um blog, temos espaço de sobra… E, se você quiser, tem todo o direito de pular parágrafos indesejados. :)

    Diego Maia disse:
    agosto 26, 2011 às 1:25 pm

    Não entendi a reação, Tiago. Sério. Sugerir “pular parágrafo?”.
    Melhor deixar de visitar, então, se é isso que você quer com esse comentário esquentadinho por conta de uma pergunta minha (eu realmente não entendi o “publicitários”).

    No mais, dá pra ignorar os textos dele facilmente.

    Se acalma aí, bicho.

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 1:28 pm

    Puts, Diego, nem foi comentário esquentadinho não. Eu tava falando sério, e tenho pensando nisso: o legal do blog é que tem espaço para escrever um monte de coisas, e às vezes algumas dessas coisas não interessam a quem está lendo. Era só isso que eu queria dizer. Não estou sugerindo nada, acho que você interpretou errado. Abraço.

    Diego Maia disse:
    agosto 26, 2011 às 1:29 pm

    Está, sim. Mas beleza.

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 1:34 pm

    Então, você está desesperançoso com o desfecho dessa trilogia, Tiago?
    É…Tudo pode acontecer…

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 1:35 pm

    Não sei, Adalberto, mas é que às vezes a gente cria expectativas que não são correspondidas… Veja o que aconteceu com o Girls, haha.

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 1:42 pm

    É, vejo que o novo do Girls causou traumas…

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 1:43 pm

    Hahaha, só escoriações leves, Adalberto.

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 1:55 pm

    Ainda bem!…
    Girls, às vezes, nos deixa assim… (Desculpe-me o trocadilho, Tiago)kkkkkk….

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 1:56 pm

    Infame, hehe.

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 2:02 pm

    Eu não resisti, cara…Já era…

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 2:02 pm

    kkkkkkk…

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 2:05 pm

    Tranquilo, vale tudo na caixa de comentários…

    Adalberto disse:
    agosto 26, 2011 às 3:33 pm

    Tiago, será que rola uma resenha sobre o novo disco do Stephen Malkmus?

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 4:19 pm

    Rende sim, Adalberto, só não tenho tempo por enquanto.

    Felipe Reis disse:
    agosto 26, 2011 às 7:37 pm

    Essa mixtape/disco do Weeknd pra mim funcionou mais ou menos como o disco do Girls: um empobrecimento das letras que foi compensado pelo resto. A diferença é que nem dava pra exigir tanto assim do Weeknd, considerando que vão ser três obras num ano só de algum modo conectadas, até me surpreendeu que esse disco não fosse uma repetição total do primeiro. Fico no aguardo do terceiro pra fechar a obra e garantir o meu pódio de 2011 como um disco triplo (eu acho que dá pra considerar haha).

    Só achei um pouco desnecessário ficar rebatendo o notaspradiscos, o cara é uma caricatura reacionária da critica musical, nem acho muito proveitoso ficar dando audiência pra ele, mas enfim…

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 26, 2011 às 7:52 pm

    Pô, Felipe, pra mim House of Balloons ainda tá no topo do pódio. Mas Thursday não…

    E eu nem queria bater nesta tecla, mas lá vou eu procurar encrenca: pode parecer babaquice dizer isso (ainda mais porque o cara certamente detestaria este blog), mas sou, a priori, bem favorável a qualquer tentativa de se escrever sobre música, principalmente quando quem escreve tenta fugir do ramerrame que existe por aí, em revistas e blogs que só servem pra divulgar isso ou aquilo. Não concordo com 90% das coisas que ele diz, mas acho que ele tá longe de ser um cara burro. Simplificando muito o assunto todo: ele é um dos que ouvem muitos discos e tentam encontrar algum sentido nisso tudo. Não vejo por que tratá-lo como se fosse irrelevante. Não acho que seja.

    Cara, sinceramente: escrevo blogs de música (e cinema etc) desde os 16 anos, e sempre senti falta de discussões sobre os discos. Em alguns momentos, a minha impressão era de que as pessoas queriam ler uma recomendação (e uma “história de vida” bonita), baixar o disco e depois esperar o próximo. Por isso fico feliz quando alguém abre um blog de música e tenta discutir de verdade, ainda que eu fique meio frustrado quando os blogs me parecem vazios ou desinteressantes. Por isso, não quero defender esse ou aquele blogueiro/tuiteiro, nem conheço essas pessoas. Mas acho interessante ler e discutir os textos dos outros, colocar os argumentos em pauta. Por que não?

    Felipe Reis disse:
    agosto 26, 2011 às 9:28 pm

    Eu também sou a favor da discussão, acho construtivo e de fato, são irritante esses blogs que só amaciam as coisas pra divulgar, as vezes até sinto que faço isso sem querer, enfim. Mas quando os argumentos se pautam quase que exclusivamente em dividir o mundo em “publicidade para jovens hipsters que leem Pitchfork” e “arte pura, com uma pitada de rock progressivo setentista”, o que pode sair de proveitoso?

    Nem é querendo causar confusão, até porque gosto muito das suas opiniões até quando são bem diferentes das minhas, só acho mesmo que dar audiência pra ele (o personagem, a pessoa assim como você eu não conheço pra poder falar alguma coisa) é desperdício de palavras.

    Tiago respondido:
    agosto 26, 2011 às 9:32 pm

    Entendo, Felipe, e também não tenho paciência pra esse maniqueísmo que rola por lá, mas ok. Por mim, quanto mais discussão, melhor.

    E no post acima não tem nenhuma referência a nenhum blog ou twitter. Quem puxou o assunto foi o Diego, a intenção não foi fazer propaganda de nada.

    Felipe Reis disse:
    agosto 26, 2011 às 9:40 pm

    “Por mim, quanto mais discussão, melhor.” É, termino dizendo que fico nessa com você, sou desses que apoia a velha máxima “posso não concordar com o que diz, mas defendo seu direito de dizer.”

    Pedro Primo disse:
    agosto 26, 2011 às 10:28 pm

    Eu costumo não ter preconceito nenhum com o texto que estou lendo, mas logo suspeito quando sujeitos resolvem diminuir certos discos só por que parecem unanimidade. Nesse caso começo a perceber que o sujeito sempre escreve com certo rancor, daí não tem como continuar lendo o blog.

    Sobre discussões. Acho que foi você que colocou uma vez no twitter: gostei, não gostei = irrelevante; gostei/não gostei + argumentos = talvez relevante. Se todos gostassem de simplesmente discutir argumentos a coisa seria melhor, mas sabemos que não é bem assim.

    Outra coisa, você está desligado da Liga, Tiago? Estava vendo aqui numa cédula que não tem nenhuma cotação sua nesse ano.

    Tiago respondido:
    agosto 26, 2011 às 11:37 pm

    Sim, Pedro, também acho chato esse ranço rancoroso que aparece em alguns blogs. Mas o que mais me incomoda é quando começam a estereotipar pessoas, tipo: esse som é típico de patricinhas que vestem biquini de bolinha preta, frequentam o shopping de Higienópolis e gostam de feijoada. Sabe? Isso pra mim é uma bobagem sem fim, e inócuo. Acho engraçadinho e só.

    Cara, meu problema com a Liga é que sempre recebo esses rankings quando estou no trabalho, daí não consigo abrir as tabelas pra votar. E depois acabo me esquecendo. É nisso que dá ter mil coisas pra fazer sempre.

    Adalberto disse:
    agosto 27, 2011 às 12:48 am

    Tiago, eu gostei desse disco, justamente porque tenho a sensaçâo de que ele deixou tudo em aberto, tipo um pesadelo com imagens descaracterisadas, em que imaginamos ser realidade.
    Por isso, genial.

    Adalberto disse:
    agosto 27, 2011 às 2:37 am

    Mas a nota que você deu está de bom tamanho.

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 27, 2011 às 2:41 am

    A nota seria um pouco menor, Adalberto, mas aumentou enquanto eu ia escrevendo sobre ele. Acontece.

    Adalberto disse:
    agosto 27, 2011 às 2:44 am

    Mas que nota veio primeiro em sua mente?

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 27, 2011 às 2:47 am

    69. Sério.

    Adalberto disse:
    agosto 27, 2011 às 2:52 am

    Boa, mais é melhor eu parar de imaginar mais um trocadilho, antes que seja tarde demais…kkkkkkkk…
    Abraço, e até mais…

    Tiago Superoito respondido:
    agosto 27, 2011 às 2:55 am

    Abraço, Adalberto. Ate mais!

    tudoquecabeaqui (@tudoquecabeaqui) disse:
    agosto 30, 2011 às 12:54 pm

    Tiago,
    Conheci seu blog por uma citação dos meninos do vinyyyl e desde então está no meu favoritos do reader.
    Seus textos são bons, bem escritos. E as referências musicais são sempre bacanas.
    Gosto, cada um tem o seu. Pode ser o tal biquini de bolinhas, o som mais publicitário, uma parada mais intimista ou algo mais complexo. O lance é que tem espaço pra todo mundo, não é não?

    matheuzinho proença disse:
    agosto 30, 2011 às 10:24 pm

    aTeNçãO~~~~ ★ ☆ ★INVADINDO ★ ☆ ★ ~~~~~ mEu RoBoT mE aLeRtOu QuE eStArIaM fAlNdO dE mIM eM aLgUM lUgAr Da WeB ★ ☆ ★

    olá felipe reis
    eu não sei quem você é, mas fico feliz em saber que você sabe quem eu sou (meu personagem, aliás);
    preciso fazer uma correção, a título de informação mesmo (embora informação seja algo frequentemente vulgar):
    felipe reis, se você professa e sustenta que o heartbreakkings se funda nesse maniqueísmo exposto acima, das duas uma:
    ou você não leu o blog ou você é burro.

    acredito fortemente na primeira alternativa.

    preciso fazer outra constatação:
    é de uma nitidez fascinante a contradição que se põe quando você emite um “posso não concordar com o que diz, mas defendo seu direito de dizer.” depois de estar aqui neste blog dando uma ~~ ~~ ~fiscalizadinha~~ ~~ ~ em quem estava falando sobre o @notaspradiscos e suas “opiniões” (não é bem minha opinião àquela associada a mim).

    felipe reis, eu sugiro que você faça uma revisão da ideia e do signifcado de “reacionário” a partir dessa tendência, corada, envergonhada, enrustida, à censura e à sutil “unificação dos bons” contra um elemento “estranho”.

    um reacionarismo genuíno, típico de mentalidades “democráticas”, “alternativas”, e muito diferente de clareza e vontade de expor fendas e fatos (da arte) que a maioria dos representantes do pensamento de catálogo (esse no qual se insere quem, por exemplo, ratifica mais que retifica conceitos e tendências “cool” “geek” na música, ou as tendências do pensamento “inteligente” à esquerda) não estão dispostos a expor, porque se protegem numa zona de conforto infantil e tribal.

    no mais, sou solidário à sua insegurança em tentar me desmoralizar, porque sei que eu sou um pouco assustador. mas espero que você continue firme, mesmo olhando para esses fatos. não há razão para não ficar (pelo contrário, você pode até usar isso a seu favor de uma forma bela).

    quanto à publicidade, quem já parou para pensar alguns instantes sobre o mundo de hoje, já sabe que a publicidade não é uma “forma”, ou um complexo de estilismos interligados, e sim um estado de espírito, que inundou quase todos os lugares onde se debate arte ou mesmo mundo. um estado de espírito que determina exatamente catálogos de emoções, de sensações, de gestos, de ecumenismos e de personalidades que, mais do que pertenceram a um único tipo de “linguagem”, a publicitária, representam a potente predominância da própria ideia de “linguagem” – que não tem nada a ver com arte, que por si só é o movimento cósmico que se expande APESAR da linguagem e dos signos e “elementos” (sociológicos, sonoplásticos, imagéticos etc) que pautam as discussoes sobre as artes hoje em dia.

    como aliás, já colocado aqui http://heartbreakkings.wordpress.com/2011/04/26/pensadinha-manadinha/

    e aqui: http://heartbreakkings.wordpress.com/2011/08/29/admiravel-mundo-nova-yorke/

    portanto

    ★ ☆ ★ACABOU A INVASÃO ★ ☆ ★ E oBrIgAdO aO aNfItRiÃo Do BlOg PoR pErMiTiR-Me UsAR eStE eSpAçO ★ ☆ ★

    ANDROS
    NPD

    ♪ | Take Care | Drake « mi nombre no es superoito disse:
    novembro 27, 2011 às 2:38 pm

    […] mais famoso do cantor) divide com Drake a mise-en-scene noturna das mixtapes House of Balloons e Thursday. Essas plataformas sonoras acaba por reforçar, mesmo indiretamente, o que existe de mais instável […]

    ♪ | Echoes of Silence | The Weeknd « superoito.com disse:
    dezembro 23, 2011 às 3:39 pm

    […] capítulo de uma trilogia de discos que começou com House of Balloons (em março) e seguiu com Thursday (numa quinta-feira de agosto). Como acontece no desfecho de qualquer série, este também pode […]

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